quinta-feira, 19 de novembro de 2015

A verdadeira história de um ataque Terrorista no Brasil

Estado Islâmico queria explodir Cristo Redentor, com os mesmos objetivos de outros ataques que acontecem ao redor do mundo, criticar o governo atual local pelas políticas adotadas pelo governo brasileiro, com mortes e pânico.
Documentos descobertos e mantidos em sigilo pela  Polícia Federal do Brasil e FBI revelam que o Estado Islâmico, teria ordenado a execução de um atentado no Brasil.

A escolha do alvo
O alvo do Terrorismo no Brasil era a estátua do Cristo Redentor, uma das principais atrações turísticas e religiosas do Brasil. Mas graças a cultura brasileira e o forte esquema de segurança, os enviados para o sequestro de um avião que seria lançado contra o símbolo dos infiéis cristãos, falharam em sua operação.

Os registros da Polícia Federal relatam que dois terroristas chegaram ao Rio de Janeiro no domingo, 1 de novembro, às 21 horas, num voo da companhia Air France.

O começo da catástrofe
Logo no início da missão, os primeiros embaraços começaram a aparecer. No desembarque, uma parte da bagagem dos muçulmanos foi extraviada. Por se tratar apenas de pertences não muito importantes, deram continuidade na missão.
Após quase seis horas de peregrinação por diversos guichês e dificuldade de comunicação em virtude do inglês ruim, eles saem do aeroporto, aconselhados por funcionários voltar no dia seguinte, com um intérprete. Os dois terroristas sem conhecimento da malandragem local, apanharam um táxi pirata na saída do aeroporto. O motorista percebeu que os passageiros eram estrangeiros e rodou duas horas dando voltas pela cidade, até abandoná-los em um lugar da Baixada Fluminense. Antes de chegar no local, ele parou o carro e três cúmplices assaltaram e espancaram os pobres estrangeiros. Com muita sorte, eles conseguiram ficar com alguns dólares que tinham escondido e pegaram carona num caminhão que entregava gás.
Na segunda-feira, às 7h30m, graças ao treinamento de guerrilha no Afeganistão, os dois terroristas conseguem sobreviver às ruas violentas do Rio de Janeiro e chegar a um hotel de Copacabana.

A determinação no cumprimento da missão
Alugaram um carro para fazerem um reconhecimento do local, mas se perderam na cidade confusa e entraram para o lado da Rocinha, onde o carro foi totalmente metralhado por traficantes e mais uma vez o treinamento de guerrilha os salvaram. Enfurecidos eles resolvem voltar ao aeroporto, determinados a sequestrar logo um avião e jogá-lo bem no meio do Cristo Redentor e dar o fora desse país caótico. No entanto, antes de chegarem ao destino, enfrentaram um enorme congestionamento por causa de uma manifestação de estudantes e professores em greve, ficando três horas parados na Avenida Brasil, onde seus relógios foram roubados em um arrastão.
Às 12h30m, decidem ir para o centro da cidade para procurar uma casa de câmbio para trocar o pouco que sobrou de dólares. Recebem notas de R$ 100 falsas, dessas que são feitas grosseiramente a partir de notas de R$ 1.

O objetivo próximo a ser concluído e o inesperado
Por fim, às 15h45m chegam ao Aeroporto Tom Jobim para sequestrar o bendito avião. Para surpresa, aeroviários e passageiros estão acantonados no saguão do aeroporto, tocando pagode e gritando slogans contra o governo. O Batalhão de Choque da PM chega batendo e tacando spray de pimenta em todos, inclusive nos terroristas.
Os infelizes foram conduzidos à delegacia da Polícia Federal no Aeroporto, acusados de tráfico de drogas, que foram plantados em seus bolsos durante a bagunça.
Às 18hs, aproveitando o resgate de presos feito por um esquadrão de bandidos do Comando Vermelho, eles conseguem fugir da delegacia em meio à confusão e ao tiroteio.

Às 19hs eles se dirigem ao balcão da GOL para comprar as passagens. O funcionário que lhes vende os bilhetes diz que os vôos da companhia estão suspensos.
Frustrados, começam a discutir entre eles, se destruir o Rio de Janeiro, no fim das contas, é um ato terrorista ou uma obra de caridade.
Às 23h30m, desapontados, sujos, doloridos e mortos de fome, decidem comer alguma coisa no restaurante do aeroporto, com o restante do dinheiro. Pedem sanduíches com queijo branco e hamburguer e limonadas, mas são surpreendidos pelas altas cargas tributárias embutidas no preço do lanche, que chegam a mais de 40% do preço cobrado. Após o banquete, passam mal e só na terça-feira, conseguem se recuperar da intoxicação alimentar, decorrente da ingestão de carne estragada usada nos sanduíches. Foram levados para um hospital da rede pública, tiveram de esperar três horas para serem atendidos, até encontrar uma vaga no SUS. No hospital, foram atendidos por uma enfermeira feia, grossa, gorda e mal-humorada.

Na terça-feira às 18hs os homens do Estado Islâmico saem do hospital e chegam perto do estádio do Maracanã. O Flamengo acabara de perder o jogo. A torcida rubro-negra confunde os terroristas com integrantes da torcida adversária, e lhes dá uma surra sem precedentes. Pra piorar, o chefe da torcida é um tal de "Pau de Mesa", que abusa sexualmente deles.
Às 19h45m, finalmente, são deixados em paz, com dores terríveis pelo corpo, em especial na área retal. Ao verem uma barraca de venda de bebida nas proximidades, decidem se embriagar uma vez na vida (mesmo que seja pecado, Alá que se foda!). Tomam cachaça adulterada com metanol e precisam voltar ao hospital. Além dos ferimentos e da embriagues, os médicos também diagnosticam gonorreia na parte traseira.

A fuga e o desfecho da missão
Na quarta-feira, recebem alta e os dois terroristas fogem desesperadamente do Rio escondidos na traseira de um caminhão de eletrodomésticos, assaltado horas depois. Desnorteados, famintos, sem poder andar e sentar, eles são levados pela van de uma ONG ligada aos direitos humanos.
Viajam deitados de lado. Conseguiram fugir do retiro da ONG no dia seguinte e perambulam o dia todo à cata de comida e adormecem à beira de uma loja.

A  Polícia Federal ainda não revelou o hospital onde os dois foram internados em estado grave, depois de espancados e queimados quase até a morte por um grupo de mata-mendigos. O porta-voz da PF declarou que, depois que os dois saírem da UTI, serão recolhidos no setor de imigrantes ilegais em Brasília, onde permanecerão até o Ministério da Justiça autorizar a deportação dos dois infelizes, se tiver verba, é claro.

Os dois chegam a uma conclusão de que é desnecessário a prática de terrorismo no Brasil e elegem o Rio de Janeiro como área de treinamento especializado.

2 comentários:

  1. Essa história tá mais pra piada pronta doq pra uma notícia de Última Hora Kkkkkk coitados desses terroristas Kkkkkk foram enviados só pra sofrerem poucas e boas Kkkkkk Depois dessa vão pensar duas vezes antes de kererem fazer terrorismo no Brasil Kkkkkk! Essa vai ficar pra história!!!!

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    1. Aqui o negócio é insano!!! Nem força Nacional e nem Estado Islâmico faz frente aos traficantes nas favelas brasileiras! kkk

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